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Várzea Grande,24/02/2026

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💔 ADOLESCENTE É ESPANCADA E QUEIMADA VIVA PELO NAMORADO APÓS RECUSAR ABORTO NO PARAGUAI

Crime bárbaro foi cometido por jovem de 17 anos com ajuda de cúmplice; caso gera comoção internacional e mobiliza governo paraguaio


💔 ADOLESCENTE É ESPANCADA E QUEIMADA VIVA PELO NAMORADO APÓS RECUSAR ABORTO NO PARAGUAI

Uma tragédia com requintes de crueldade chocou o Paraguai nesta semana: a adolescente María Fernanda Benítez, de apenas 17 anos, foi assassinada de forma brutal pelo próprio namorado, após recusar interromper a gravidez. O crime ocorreu na cidade de Coronel Oviedo, no centro do país, e tem causado repercussão internacional.

Segundo informações divulgadas pelas autoridades locais e confirmadas pelo portal Conexão Política, a jovem estava grávida de aproximadamente três meses. O namorado, também de 17 anos, não aceitava a gestação e, junto com uma cúmplice, elaborou um plano macabro para provocar um aborto forçado e eliminar a vítima.

A cúmplice, identificada como Mikahela Chiara Yasy Rolón Melgarejo, de 19 anos, é amiga pessoal do agressor. As investigações apontam que ela participou ativamente de todas as etapas do crime. Trocas de mensagens encontradas no celular do casal revelam que eles cogitaram diversas formas de interromper a gestação, entre elas o uso de veneno e injeção de ar nas veias da vítima.

Como essas tentativas fracassaram, o casal optou por um ataque direto. María Fernanda foi atraída até um terreno baldio localizado em frente à casa do namorado, onde foi espancada com dois golpes na cabeça. Em seguida, seu corpo foi incendiado ainda com sinais vitais. O laudo da autópsia confirmou que a causa da morte foi intoxicação por monóxido de carbono, ou seja, ela foi queimada viva.

A brutalidade do crime e a motivação envolvida causaram comoção em todo o país. O presidente em exercício, Pedro Alliana, convocou uma Coletiva de Imprensa de Urgência e anunciou a criação de uma força-tarefa nacional, por meio de uma Cúpula dos Três Poderes, para acompanhar o caso de perto e propor medidas que reforcem a proteção à mulher no país.

A cidade de Coronel Oviedo decretou luto oficial distrital, e manifestações de repúdio têm sido organizadas por organizações de direitos humanos e coletivos femininos em várias regiões do Paraguai e em países vizinhos.

A população exige punição máxima aos envolvidos, apesar de ambos os acusados estarem abaixo dos 21 anos — o que no sistema jurídico paraguaio pode influenciar na dosimetria das penas. Mesmo assim, o Ministério Público assegurou que pedirá a aplicação do rigor da lei.

Entidades internacionais, como a Anistia Internacional, também se manifestaram sobre o caso, classificando o assassinato como um "crime de gênero com grau extremo de violência", e destacando a necessidade de políticas públicas mais eficazes para prevenir feminicídios e proteger adolescentes grávidas.

O assassinato de María Fernanda reabre o debate sobre a violência contra mulheres grávidas, o aborto forçado, e a necessidade de estruturação de redes de apoio psicológico e jurídico para adolescentes em situação de vulnerabilidade.

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