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Várzea Grande,24/02/2026

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Josevan Santos

Rio de Janeiro avança contra a agenda abortista

Projeto de lei que cria a semana de conscientização contra o aborto avança no Rio de Janeiro

Matheus Benincasa/ Camara Municipal do Rio de Janeiro
Rio de Janeiro avança contra a agenda abortista Bandeira Pró-vida utilizada na galeria durante a votação.

Mais um projeto pró-vida foi aprovado na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, a contra gosto do prefeito que pressionou por emendas para descaracterizar o projeto e de partidos de extrema-esquerda que criticaram a iniciativa.

O projeto de lei de autoria dos vereadores Rogério Amorim e Carlos Bolsonaro (PL-RJ), Nº 2886/2024  inclui a Semana municipal de combate ao aborto no calendário do município e visa não só combater, mas conscientizar a sociedade sobre as graves consequências e riscos relacionados ao aborto para o nascituro e a mãe.

A votação do PL encheu as galerias da Câmara com grupos pró-vida e pró-aborto nesta terça-feira e foi matéria de discussão no plenário onde vereadores da base aliada do Prefeito Eduardo Paes tentaram pressionar por uma emenda que descaracterizaria o projeto e restringiria o debate sobre o tema, que foi rejeitada pela maioria. 

O vereador autor do projeto questionou o por quê votar a favor da morte isto é, se o projeto fosse emendado ou rejeitado, ao invés de lutar pela vida da mãe e do nascituro e punir o verdadeiro culpado do crime, o estuprador. Algo que majoritariamente é feito inversamente pela esquerda nas casas legislativas. Num país onde é crime grave quebrar ovos de tartaruga, a esquerda não hesita em desestimular o acesso à informação sobre a vida e as consequências nefastas da prática que no Brasil por mais que seja dito "legal" em alguns casos, na realidade é um crime com excludentes de ilicitude.

Foi questionada ainda a posição do prefeito Eduardo Paes de ser contra a agenda pró-vida, uma vez que tentara emendar o projeto para se falar somente sobre o aborto legal.

O Rio de Janeiro neste ano já teve um projeto de Lei que obrigava a afixação de cartazes sobre os malefícios do aborto em unidades de saúde, suspensa pelo Ministério Público do estado do Rio de Janeiro que alegou inconstitucionalidade.

Mesmo assim, o município caminha para a agenda pró-vida amplamente apoiada pela população e profissionais de saúde, de conscientização da pratica e de proteção do nascituro e da mãe.




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