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Várzea Grande,24/02/2026

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Careca do INSS prepara proposta de delação premiada e pode expor negócios envolvendo filho de Lula

Operador investigado por desvio bilionário do INSS avalia colaborar com a Justiça após prisão do filho e avanço das investigações sobre sua família

Redação
Careca do INSS prepara proposta de delação premiada e pode expor negócios envolvendo filho de Lula Careca do INSS prepara proposta de delação premiada e pode expor negócios envolvendo filho de Lula

Brasília (DF) — O operador financeiro Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido nacionalmente como “Careca do INSS”, está preparando uma proposta de delação premiada que pode revelar detalhes inéditos sobre o esquema de desvio de recursos de aposentados e pensionistas. Preso desde 12 de setembro de 2025, ele passou a considerar a colaboração com a Justiça após o avanço das investigações que atingiram diretamente sua família.

Segundo apuração divulgada pela imprensa nacional, a decisão de negociar um acordo de colaboração ganhou força após a prisão de seu filho, Romeu Carvalho Antunes, em dezembro do ano passado. Ele é apontado pelas autoridades como um dos principais operadores do esquema e braço direito do pai na execução das fraudes.

Além disso, a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS também passou a investigar Tânia Carvalho dos Santos, esposa do operador, aumentando a pressão sobre o núcleo familiar e jurídico de Antônio Antunes.

Delação pode atingir figuras políticas e empresariais

Entre os pontos que podem ser incluídos na proposta de delação está a exposição de supostos negócios envolvendo Fábio Luiz Lula da Silva, conhecido como Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

De acordo com informações obtidas por investigadores e divulgadas pela imprensa, as tratativas envolveriam articulações nas áreas de saúde, educação e projetos ligados ao setor de cannabis medicinal. Uma das empresas citadas é a World Cannabis, que pretendia desenvolver medicamentos derivados de cannabis com potencial fornecimento ao Sistema Único de Saúde (SUS).

Ainda segundo relatos obtidos durante as investigações, o empresário teria atuado em articulações institucionais e estratégicas ligadas aos projetos da empresa. Há também menções a transferências financeiras que estariam sendo analisadas pelos órgãos competentes.

Até o momento, não há condenação judicial nem confirmação oficial de responsabilidade criminal envolvendo os nomes citados. O próprio presidente Lula já declarou publicamente que, caso haja irregularidades, qualquer pessoa deve responder dentro da lei, mas que também é necessário garantir o direito à defesa.

Investigação alcança núcleo político e institucional

As investigações sobre o esquema do INSS são consideradas uma das mais sensíveis dos últimos anos, devido ao possível envolvimento de operadores financeiros, empresários e agentes públicos.

O caso está sob relatoria do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), em razão da possível participação de autoridades com foro privilegiado. O avanço das apurações pode levar à abertura de novos inquéritos, dependendo do conteúdo de uma eventual delação premiada.

Fontes ligadas ao processo afirmam que uma colaboração formal poderia ampliar significativamente o alcance das investigações, revelando estruturas operacionais, fluxos financeiros e eventuais conexões políticas.

Pressão jurídica e estratégia de defesa

A delação premiada é um instrumento jurídico previsto na legislação brasileira que permite ao investigado colaborar com as autoridades em troca de benefícios, como redução de pena, desde que as informações fornecidas sejam relevantes e comprovadas.

Entretanto, a aceitação de uma delação depende de critérios rigorosos do Ministério Público e do Poder Judiciário, que avaliam a veracidade, utilidade e consistência das informações apresentadas.

Até o momento, a defesa de Antônio Carlos Camilo Antunes nega oficialmente que exista uma proposta formal de delação em andamento. Ainda assim, fontes próximas às investigações indicam que reuniões entre advogados e o investigado vêm ocorrendo com frequência nas últimas semanas.

Esquema do INSS é alvo de ampla investigação nacional

O caso envolve suspeitas de desvio de recursos destinados a aposentados e pensionistas, por meio de esquemas fraudulentos que teriam operado durante anos, causando prejuízos significativos aos cofres públicos e aos beneficiários do sistema previdenciário.

A CPMI do INSS foi instaurada justamente para apurar essas irregularidades e identificar todos os envolvidos, incluindo possíveis operadores políticos e financeiros.

A depender do conteúdo e da aceitação de uma eventual delação premiada, o caso pode se tornar um dos mais relevantes escândalos envolvendo o sistema previdenciário brasileiro nos últimos anos.

As investigações seguem em andamento, e novas revelações podem surgir à medida que os órgãos competentes aprofundam a análise de provas e depoimentos.



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